desterros

A psiquiatra Natalia Timerman expõe as entranhas do único hospital exclusivamente destinado a atender as pessoas que cumprem sentença de prisão nas penitenciárias do estado de São Paulo. O resultado é um livro que, diante da normalização do horror, nos convoca à humanidade

Garanta já seu exemplar

o livro das diferenças

Isto é diferente daquilo. Ali, daqui. O livro que desta orelha já se ouve é um convite a demorar-se nesse trânsito, habitando com uma atenção cuidada passos diariamente repisados, dados com distração. A diferença é essa linha tênue que teima se mover repartindo as coisas; é a foice que abre caminhos admitindo que entender é modificar. O importante é que haja corpo e presença em cada instante.

antes de entrar, retire os sapatos

além do pt

Na abertura do presente ensaio, Fabio Luis Barbosa dos Santos declara não se arrepender de ter votado e defendido o PT. Não é o único, claro. Porém, de tanto se votar e defender, naturalizou-se a identificação entre esquerda e PT. Nela reside um dos principais fatores do imobilismo político de agora. Por isso, o autor considera um imperativo político incontornável fazer o luto do PT.
Diante da crise terminal que o consome, por que não ajudar seus militantes a atravessar o estágio inicial de negação — e de paranoia — em que se encontram? Ao contrário do que ainda fantasiam, não era bem um cerco que vinha se armando e fechando em torno da esquerda.

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xondaro

A vida dos guarani mudou radicalmente depois da chegada dos europeus, mas pouca gente percebe que esse povo ainda está aqui, resistindo ao avanço da cultura dos juruá, preservando seus costumes e seu idioma e tentando viver segundo suas tradições ancestrais — inclusive dentro da maior metrópole brasileira.

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descolonizar o imaginário

“Descolonizar o imaginário propõe um debate sobre o desenvolvimento em uma perspectiva ampla e diversa. Seus treze ensaios apresentam uma reflexão crítica ao modelo de integração subordinada da América Latina no mercado global
neoliberal – que não foi abandonado após a ascensão dos governos progressistas.”

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memória ocular

O livro — um “manifesto narrativo”, segundo o autor — acompanha três fases da vida do fotógrafo Sérgio Silva depois de ter sido atingido por uma das 506 balas de borracha disparadas pela Polícia Militar em 13 de junho de 2013. São três textos, cada um escrito em um dos três anos que transcorreram desde o dia em que o rapaz teve o olho esquerdo destruído.

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o bem viver

“O Bem Viver”, segundo Alberto Acosta, autor do livro que leva o mesmo nome, é uma proposta política filosófica que “recorre às experiências e visões de povos que, dentro e fora do mundo andino e amazônico, empenharam-se em viver em harmonia com a natureza, e que são donos de uma história longa e profunda, ainda bastante desconhecida, e inclusive, marginalizada”. Essa proposta política filosófica faz um contraponto aos fluxos extrativistas e desenvolvimentistas presentes, tanto no capitalismo, quanto no socialismo, e, por meio da democracia, contempla radicais mudanças no mundo, através de outras formas de organização, pautadas nos Direitos Humanos e nos Direitos da Natureza. É um dos temas discutidos na #32 Bienal de Arte.

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corumbiara, caso enterrado

Batalha ou massacre? Esta história começa com uma certeza. E termina com muitas dúvidas.” A frase que abre Corumbiara, caso enterrado é um convite ao leitor para deixar para trás preconceitos e verdades absolutas. O livro-reportagem, lançamento da Editora Elefante, propõe-se a passar a limpo a narrativa sobre o chamado “massacre de Corumbiara”, episódio que completou 20 anos em 2015, ainda com muitas dúvidas e questões em aberto.

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cabuloso suco gástrico

Se você já acompanha o trabalho do Breno Ferreira pela internet, no blogue do Cabuloso Suco Gástrico, já deve saber que é genial. Caso seja um novo leitor, perceberá a genialidade do rapaz quando estiver relendo a mesma tira pela terceira ou quarta vez e notar que ela te leva cada vez mais a novos lugares. Tirinhas ácidas sem contraindicação.

conheça e divirta-se

ignóbil

São histórias sujas, sinceras, doidas, sobre gente desregrada, sem noção e que não vale o que o gato enterra, arranjando encrenca e tentando sobreviver na noite e no asfalto frio de São Bernardo do Campo, sede do pós-apocalipse industrial paulista, no melhor estilo da Zap Comix e do quadrinho alternativo.

conheça essa hq

o equador é verde

Antes, durante e depois da ascensão do presidente Rafael Correa e sua Revolução Cidadã. Porém, “O Equador é verde – Rafael Correa e os paradigmas do desenvolvimento” não fala apenas de política: questões econômicas, sociais e ecológicas permeiam as 320 páginas que constroem o retrato mais fiel já publicado em língua portuguesa sobre a história recente do nosso pouco conhecido país vizinho. O Equador é verde foi a primeira publicação da Editora Elefante.

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