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Marx a contrapelo

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Marx a contrapelo:
contribuições para uma releitura da crítica da economia política
Autores: Theodor W. Adorno, Roman Rosdolsky, Hans-Jürgen Krahl, Ingo Elbe, Riccardo Bellofiore & Tommaso Redolfi Riva, Alfred Schmidt, Hans-Georg Backhaus, Helmut Reichelt, Moishe Postone, Anselm Jappe, Robert Kurz, Roswitha Scholz
Organização & tradução: Renata Guerra, Felipe Catalani, Pedro Resende, Amaro Fleck, Bruno Serrano, Daniel Pucciarelli & Luiz De Caux
Prefácio: Jorge Grespan
Edição: Tadeu Breda
Assistência de edição: Natália Engler
Preparação: Willian Vieira
Ilustrações: breno
Direção de arte: Bianca Oliveira
Diagramação: Daniela Miwa Taira
Assistência de arte: Yana Parente
Lançamento: março de 2026
Páginas: 436
Dimensões: 13,5 x 21 cm
ISBN: 9786560081024

Descrição

Em uma época em que o capitalismo aparece para a consciência geral como o destino último da humanidade, inclusive para aqueles que fantasiam superá-lo com truques terminológicos (como “socialismo de mercado” etc.), é natural que o senso comum, inclusive ou sobretudo à esquerda, precisa ignorar ou recalcar o fato de que a crítica da economia política de Marx significa algo a mais do que a mera denúncia de falta de intervenção estatal e da má distribuição de renda e mercadorias. Ao recuperar uma tradição de leitura que vai da teoria crítica frankfurtiana aos críticos do valor-dissociação, passando pelas Novas Leituras de Marx, os textos apresentados neste livro abordam aspectos da teoria marxiana tais como o significado e a extensão da lógica dialética, o conceito de valor e sua crítica, a especificidade histórica do trabalho e a possibilidade de sua superação. Esses aspectos, por um lado, exigem fôlego intelectual, uma vez que tratam da intrincada trama conceitual que constitui o modo de produção capitalista, tornado apreensível por um pensamento que ultrapasse os estreitos limites do positivismo; por outro, essa mesma aridez (assim se espera) possui seu momento político na medida em que ela busca insuflar o espírito “do contra” e aquela negatividade intransigente do que Marx defendia como a “crítica impiedosa de todo o existente”.