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Comunhão

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Comunhão: a busca das mulheres pelo amor
Autora: bell hooks
Tradução: Julia Dantas
Prefácio: Lívia Natália
Edição: Tadeu Breda & Luiza Brandino
Assistência de edição: Natalia Engler
Preparação: Fabiana Medina
Revisão: Tomoe Moroizumi & Eduarda Rimi
Diagramação: Fernando Zanardo
Projeto gráfico: Leticia Quintilhano
Assistência de arte: Sidney Schunck
Ilustração da capa: Denise Matsumoto
Capa & direção de arte: Bianca Oliveira
Lançamento: março de 2024
Páginas: 288
Dimensões: 13,5 x 21 cm
ISBN: 9786560080317

SKU: 9786560080317 Categorias: , , , ,

Descrição

As bordas aquosas do pensamento de hooks sobre o amor não cessam de nos ampliar. Após o belíssimo Tudo sobre o amor: novas perspectivas, em que somos confrontadas com a urgente demanda de aceitar o regresso ao amor em todos os âmbitos e práticas disso que chamamos vida, nos chega este livro que, além de nos colocar na alça de mira das responsabilidades sobre a construção e a defesa do amor, nos exorta a comungar dele e com ele nas filigranas de nossas existências. E ela faz esses gestos a partir dela mesma, de dentro, trazendo as suas próprias experiências, limitações e conquistas, visceralmente, a partir de uma voz que diz “eu” e, no mesmo passo, também o faz alegoricamente, porque somos puxadas para o texto, espelhadas, refletidas.

— Lívia Natália, no Prefácio à edição brasileira

 

***

 

No meu primeiro livro sobre o assunto, Tudo sobre o amor: novas perspectivas, tive o cuidado de afirmar repetidas vezes que as mulheres não são inerentemente mais amorosas do que os homens, mas que somos incentivadas a aprender a amar. Esse incentivo tem sido o catalisador para as mulheres saírem em busca do amor, para observarem com atenção a prática do amor. E para confrontarmos nossos medos de não sermos amorosas e não sermos amadas o suficiente. As mulheres na nossa cultura que mais têm a ensinar ao mundo sobre a natureza do amor são as da geração que aprendeu por meio da luta feminista e da terapia baseada no feminismo que o amor-próprio é a chave para encontrar e conhecer o amor. […] A comunhão no amor que nossas almas buscam é a jornada mais heroica e divina que um ser humano pode empreender. O fato de as mulheres nascerem em um mundo patriarcal, que primeiro nos convida a fazer a jornada ao amor e depois coloca obstáculos no caminho, é uma das tragédias contínuas da vida. […] Este livro é um testemunho, uma celebração da alegria que as mulheres encontram quando recolocamos a procura por amor em seu justo lugar heroico no centro de nossa vida. Desejamos ser amadas e desejamos ser livres. Comunhão nos diz como realizar esses anseios. Compartilhando a dor, a luta, o trabalho que as mulheres fazem para superar nosso medo de abandono e de perda, os modos como superamos as paixões feridas para abrir o coração, Comunhão nos encoraja a voltar sempre ao lugar onde podemos conhecer a alegria, nos encoraja a vir e celebrar, a nos unirmos ao círculo do amor.

— bell hooks, na Introdução

 

SOBRE A AUTORA

bell hooks nasceu em 1952 em Hopkinsville, então uma pequena cidade segregada do Kentucky, no sul dos Estados Unidos, e morreu em 2021, em Berea, também no Kentucky, aos 69 anos, depois de uma prolífica carreira como professora, escritora e intelectual pública. Batizada como Gloria Jean Watkins, adotou o pseudônimo pelo qual ficou conhecida em homenagem à bisavó, Bell Blair Hooks, “uma mulher de língua afiada, que falava o que vinha à cabeça, que não tinha medo de erguer a voz”. Como estudante, passou pelas universidades de Wisconsin, da Califórnia e Stanford, e lecionou nas universidades Yale, do Sul da Califórnia, Oberlin College e New School, entre outras. Em 2014, fundou o bell hooks Institute. É autora de mais de trinta obras sobre questões de raça, gênero e classe, educação, crítica cultural e amor, além de poesia e livros infantis, das quais a Elefante já publicou Olhares negros, Erguer a voz e Anseios, em 2019, Ensinando pensamento crítico, em 2020, Tudo sobre o amor e Ensinando comunidade, em 2021, e A gente é da hora, Escrever além da raça e Pertencimento, em 2022, e Cultura fora da leiCinema vivido, em 2023.