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Lançamento de Devir quilomba, com Mariléa de Almeida, Laura Maria dos Santos, Marilda de Souza Francisco e José Maurício Arruti

Em 24 de abril de 2022, lançamos Devir quilomba: antirracismo, afeto e política nas práticas de mulheres quilombolas em conversa emocionante entre a autora Mariléa de Almeida, a educadora Laura Maria dos Santos, do Quilombo Campinho da Independência (RJ), Marilda de Souza Francisco, liderança do Quilombo Santa Rita do Bracuí (RJ), e José Maurício Arruti, […]

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86º título da Elefante: Devir quilomba, de Mariléa de Almeida

Foi uma alegria receber da gráfica Devir quilomba: antirracismo, afeto e política nas práticas de mulheres quilombolas. O livro de estreia de Mariléa de Almeida é o 86º título da Elefante — e tem uma das capas mais lindas do nosso catálogo, fruto das ilustrações de Aline Bispo, do design de Túlio Cerquize e da […]

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Mariléa de Almeida, autora de Devir quilomba, participa do podcast Guilhotina

No podcast Guilhotina, do Le Monde Diplomatique Brasil, Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com a historiadora Mariléa de Almeida, autora do livro Devir quilomba: antirracismo, afeto e política nas práticas de mulheres quilombolas, lançamento de março da Elefante. O trabalho, desdobramento da sua tese de doutorado defendida na Unicamp em 2018, parte de visitas e entrevistas […]

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Mariléa de Almeida

Mariléa de Almeida nasceu em 1973, na cidade de Vassouras (RJ). Doutora em História pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sua tese recebeu, em 2020, menção honrosa no Prêmio de Teses Ecléa Bosi, promovido pela Associação Brasileira de História Oral. Em 2015, realizou doutorado sanduíche na Universidade Columbia, em Nova York, sobre os feminismos negros […]

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Elefante 10 anos: Live #5 com Marilea de Almeida e Gabriel Rocha Gaspar

Em 5 de maio de 2021, a Elefante completou 10 anos de existência. E mesmo em meio a uma pandemia violenta, um governo genocida, uma agenda de publicações excitante e exaustiva (vem aí!), conseguimos bolar uma pequena grande forma de comemoração à distância, como é possível nesse momento, para marcar a data tão importante. Continuamos […]

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Devir quilomba

Devir quilomba:
antirracismo, afeto e política nas práticas de mulheres quilombolas
Autora: Mariléa de Almeida
Prefácio: Margareth Rago
Edição: Tadeu Breda
Assistência de edição: Fabiana Medina
Preparação: Natalia Guerrero
Revisão: Erika Nakahata & Laila Guilherme
Diagramação: Denise Matsumoto
Capa: Aline Bispo
Projeto gráfico & direção de arte: Bianca Oliveira
Lançamento: fevereiro de 2022
Páginas: 392
Dimensões: 13,5 x 21 cm
ISBN: 9786587235585

 

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Erguer a voz

Erguer a voz: pensar como feminista, pensar como negra
Autora: bell hooks
Capa & projeto gráfico: Leticia Quintilhano
Tradução: Catia Maringolo
Prefácio: Mariléa de Almeida
Edição: Tadeu Breda
Direção de arte: Bianca Oliveira
Preparação: Barbara Zocal
Revisão técnica: Mariléa de Almeida
Revisão: Natalia Engler
Lançamento: abril de 2019
Páginas: 376
ISBN: 9788593115257
Dimensões: 14 x 21 cm

 

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Amar a negritude como resistência política

Por Teresa Cristina   Em Olhares negros: raça e representação, bell hooks nos convida, logo no primeiro capítulo/ensaio, a amar a negritude como forma de resistência política — ação perigosa dentro de uma cultura supremacista branca, ela afirma. A autora bravamente aponta as incoerências da branquitude, sobretudo no discurso da falsa democracia racial, tão propagandeada […]

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Veja algumas das ilustrações inéditas do livro-agenda Elefante 2024

Cada mês do livro-agenda Elefante 2024 é ilustrado por um trabalho exclusivo da artista mexicana Amanda Mijangos, simbolizando lutas e datas históricas. Para complementar, fizemos uma seleção especial de trechos da obra dos autores e das autoras mais queridos do nosso catálogo. A capa retrata um colibri ou beija-flor, ave com grande simbolismo para culturas […]

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Lembrar Dandara, Tereza de Benguela, Aqualtune — e Mãe Bernadete

Por Teresa Cristina   As mulheres negras quilombolas têm papel fundamental na preservação da terra e da identidade ancestral negra, há muito invisibilizada e hostilizada. Segundo Mariléa de Almeida, em Devir quilomba, é preciso historicizar suas experiências na contemporaneidade, sem destituí-las da humanidade que lhes cabe.  A partir dessa leitura é que celebramos Mãe Bernadete. […]

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