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Pablo Solón

é ativista ambiental e político boliviano. Serviu como embaixador da Bolívia nas Nações Unidas entre 2009 e 2011, durante o governo do presidente Evo Morales, trabalhando pelos direitos dos povos indígenas, pelo direito humano à água e pelo Dia Internacional da Mãe Terra. Ajudou a impulsionar parte das negociações sobre mudanças climáticas e a articular a Conferência Mundial dos Povos sobre Mudanças Climáticas e os Direitos da Mãe Terra, realizada em Cochabamba em 2010.

Entre 2012 e 2015, foi diretor executivo da ONG Focus on the Global South com sede em Bangkok. Em 2016, publicou o livro Algunas reflexiones, autocríticas y propuestas sobre el proceso de cambio en Bolivia [Algumas reflexões, autocríticas e propostas sobre o processo de mudança na Bolívia]. Atualmente dirige a Fundación Solón, em La Paz. Pela Editora Elefante, publicou em 2019 Alternativas sistêmicas: Bem Viver, decrescimento, comuns, ecofeminismo, direitos da Mãe Terra e desglobalização.

 

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