Silvia Federici durante entrevista.Silvia Federici é uma intelectual militante de tradição feminista marxista autônoma. Nascida na cidade italiana de Parma em 1942, mudou-se para os Estados Unidos em 1967, onde foi cofundadora do International Feminist Collective (coletivo internacional feminista), participou da Wages for Housework Campaign (Campanha por um salário para o trabalho doméstico) e contribuiu com o Midnight Notes Collective (coletivo notas da meia-noite).
Durante os anos 1980 foi professora na Universidade de Port Harcourt, na Nigéria, onde acompanhou a organização feminista Women in Nigeria (mulheres na Nigéria) e contribuiu para a criação do Committee for Academic Freedom in Africa (comitê para a liberdade acadêmica na África). Na Nigéria, pôde ainda presenciar a implementação de uma série de ajustes estruturais patrocinada pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Mundial.
Atualmente, Silvia Federici é professora emérita da Universidade de Hofstra, em Nova York.
Pela Editora Elefante, publicou o livro Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva em julho de 2017. Também é autora de Revolution at Point Zero: Housework, Reproduction, and Feminist Struggle [Revolução em ponto zero: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista], inédito no Brasil, e possui inúmeros artigos sobre feminismo, colonialismo, globalização, trabalho precário, commons e outros temas correlatos.

 

scholz-440Trebor Scholz é professor associado da The New School, em Nova York, nos Estados Unidos, onde ministra cursos sobre internet e sociedade. Junto a diversxs colaboradorxs, tem se dedicado à crítica do sistema de valores que alimenta a chamada “economia do compartilhamento”. Pela Editora Elefante, publicou Cooperativismo de plataforma: contestando a economia do compartilhamento corporativa, em parceria com a Autonomia Literária, em março de 2017. O livro é resultado de conferência em que mais de mil participantes discutiram ideias para a criação de um novo tipo de economia online. Também é autor de Uber-Worked and Underpaid. How Workers Are Disrupting the Digital Economy (Polity, 2016), ainda inédito no Brasil.

 

desterros_lancamento_34Natalia Timerman nasceu em 1981 em São Paulo, onde mora. Médica psiquiatra pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mestra em psicologia clínica que defendeu na Universidade de São Paulo (USP), cursa o núcleo de ficção da pós-graduação em formação de escritores do Instituto Vera Cruz. Trabalha como psiquiatra no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário desde 2012. Pela Editora Elefante, publicou o livro Desterros: histórias de um hospital-prisão, seu livro de estreia, em fevereiro de 2017.

 

Diferenças-7Paulo de Tarso L. Brandão nasceu em Cruz Alta (RS) e reside atualmente em São Paulo (SP). Formado bacharel em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina, é escritor, compositor e violonista. Em novembro de 2016, publicou pela Editora Elefante O livro das diferenças, sua primeira obra de poesia, com fotos de Maíra Imenes Ishida.

 

 

_MG_5056Fabio Luis Barbosa dos Santos é doutor em História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP), professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em Osasco e autor do livro Origens do pensamento e da política radical na América Latina (Editora Unicamp, 2016). Pela Editora Elefante, publicou o ensaio Além do PT: a crise da esquerda brasileira em perspectiva latino-americana, em novembro de 2016, com reedição em março de 2017.

 

flynnVitor Flynn Paciornik é quadrinista e ilustrador. Formado em Artes Plásticas e em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), mantém desde 2013 o blogue autoral Quadrinhos B, dedicado a histórias curtas. Em outubro de 2016 publicou pela Editora Elefante o livro Xondaro, HQ sobre a luta dos Guarani Mbya pela demarcação de suas terras dentro dos limites da maior cidade da América do Sul.

 

 

 

 

img_7574_24170060913_oAlberto Acosta é político e economista. Nasceu em Quito, capital do Equador, em 1948. Graduou-se em economia na Universidade de Colônia, na Alemanha, onde também se especializou em comércio exterior, marketing, geografia econômica e economia energética. Trabalhou como consultor de diversos organismos equatorianos e internacionais, como a Organización Latinoamericana de Energía e o Instituto Latinoamericano de Investigaciones Sociales. Foi gerente de comércio da Corporación Estatal Petrolera Ecuatoriana. Dedica-se ao estudo da dívida externa do Equador desde 1982. Participou da fundação do Instituto de Estudios Ecologistas del Tercer Mundo e do partido Alianza País, que ascendeu à Presidência da República em janeiro de 2007 com Rafael Correa. No primeiro ano de mandato, Acosta assumiu o Ministério de Energia e Minas por cinco meses. Em novembro foi eleito presidente da Assembleia Constituinte do Equador, cargo a que renunciou menos de um ano depois, em junho de 2008, antes mesmo da aprovação da Carta, devido a divergências com Correa. Os desentendimentos provocaram ainda sua saída da Alianza País. Ajudou a fundar o movimento Montecristi Vive, que reivindica o Buen Vivir, os Direitos da Natureza e a plurinacionalidade expressos na Constituição equatoriana. Em 2013, lançou-se como candidato à Presidência da República pela Unidad Plurinacional de las Izquierdas, obtendo escasso apoio popular. É professor da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, além de companheiro de luta dos movimentos indígenas, sindicais, camponeses, ecologistas e feministas do Equador. Publicou vários livros, entre eles, Breve história econômica do Equador (Funag, 2006) e La maldición de la abundancia (Abya-Yala, 2009). Pela Editora Elefante, publicou em janeiro de 2016 o livro O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos, em parceria com a Autonomia Literária.

 

Breno Ferreira

 

João Peres

 

Dáblio C.

 

Tadeu Breda